sexta-feira, 13 de maio de 2011

A chuva desce na janela

A chuva desce pela janela
Num desses dias em que as lembranças  aparecem
A gente se tranca aqui dentro e a dor que se revela
Deixa a mostra  o passado perdido e distante
Passado de um menino que existe na recordação
De uma cena de felicidade de um coração amante
Amante das coisas de meninos
Uma pipa no ar, um carrinho feito com pedaços de madeira
O carrinho de rolemã, as bolinhas de gude que tinha perdido
O caminho na mata, a cabana feita pras horas de brincadeiras
A chuva desce pela janela
La fora e aqui dentro aguça as lembranças
Era nos dias de chuva  que no quintal enxergava-se um mar
Quantos navios de piratas, monstros marinhos..., na água que esta a respingar...
há! só na cabeça de criança
A gota d’águas que caiam com violência nas possa
Rapidamente tornavam-se lenhadores com seus machados
 Derrubavam num instante   uma floresta inteira, que o menino tinha imaginado
Parecia uma prisão ficar dentro de casa esperando a chuva passar
Mas até que era divertido, no tapete o Mimi rolando com os novelos de lã da avó
Fazia todos rirem e não se via o tempo passar
Dali a pouco invadia a sala um cheirinho especial
Bolinhos de chuva que a mãe começava fritar
Que delicia, até que não era tão chato o dia de chuva.
Mas então a chuva ia passando
Com folhas de caderno velho, barquinhos de papel ia surgindo
A chuva mal parou de cair e a gente já ia saindo
Na frente de casa uma leve enxurrada corria e nos imaginando
Ser um rio, o barquinho de papel ali o colocava
Ladeira abaixo ele nos íamos acompanhando
Então num bueiro a viagem do nosso belo barquinho  terminava
Nessa altura o sol já tinha aparecido e era hora de bola ir jogar
Vida de criança era tão bom...
Tudo bem, num tinha computar, play station, nem celular...
Mas se era feliz   e a gente  sabia inventar...
Criatividade nunca faltou...
Chuva na janela, também era sinônimo de brincar!

terça-feira, 10 de maio de 2011

O sol traz o calor

O sol traz o calor
Traz vida e revela o verão
Ilumina a estrada
Aquece a alma apaixonada
Ao caminhante manifesta vigor...
A sutileza de uma alma equilibrada
Que revela o contraste das cores
Que revela e oculta os amores
Que revela a pureza escondida
O sentimento de uma mulher que deseja ser amada.
Uma brisa no veraneio
Pode trazer escondidos desejos
A escuridão e o frio do inverno que passou
O sofrimento que não apagou
A força de sonhar um amor que logo veio.
O sol traz o calor
Mas vem o medo de se queimar
Com os olhos no passado
Poderá perder o grande amor?
Amor que chega de longe e veio pra ficar!
Amor que pede abrigo
Um verão que aqueceu as águas de um rio
Que levou embora a dor
Traz de volta a esperança de escrever um novo destino
De colher as flores perfumadas que a esperança plantou
Perfume esquecido flagrância desejada
Se entregar esquecendo o medo
Traz a beleza que só tem uma mulher apaixonada
Paixão flechada pelo cupido computador
Sem olhar nos olhos sem primeiro encontro
É paixão de verdade, é historia pra viver um grande amor

Onde você está

Onde está você
Quanto tempo eu não te vejo...
Sem você por perto, tudo que sinto se resume no medo
Medo do dia, da noite, do calor, do frio, medo de te perder!
Medo de não te encontrar
Foi o vento que me deixou assim hoje
Era só uma brisa leve
Era só o ruído do mar
Uma marola que tomou minha praia
Mas  uma brisa suave aos poucos levou o que me restava
Seu perfume que ainda estava aqui
Quase sem perceber, levou pouco a pouco você bem longe de mim...
Essa areia, tão gostoso caminhar
Pés descalços, final da tarde, a brisa do mar
Ela ainda caminhava,
Os Olhos não à via, mas o coração denunciava
Ela ainda esta aqui
Então fechava os olhos e era lindo o encontro
 Num canto da praia você aparecia
Cena de cinema, ao meu encontro você então corria
Num encontro apaixonado, num balanço a 360 graus
Na areia molhada ali mesmo tudo acontecia...
O que sobrou, lembranças desse grande amor
Todo o por do sol eu estava aqui
Sobrou também no ar o seu perfume
Era isso que me fazia fechar os olhos e sonhar
Mas a brisa que passou o levou para tão longe
O seu perfume se foi, mas ficou o desejo de te amar...
Que coisa, estou aqui a muito tempo
Fechei os olhos, mas sem seu perfume não te vejo em nenhum lugar
Já caminhei na cidade, no parque e nos jardins dos fins de semanas
Procurei nas flores o perfume seu pra ver se consigo te encontrar
Nem o lençol dos nossos amores , nem a cama
Ta querendo   falar de você.
Ah! até o sol, é o sol disse não te conhecer;
Mas eu conheço
Conheço o medo, a solidão, o desespero
A frustração da procura, do segredo
Segredo que não se deixa conhecer
Por que?  Por que?  Não te vejo mais
Você  insiste em se esconder
Se o sol não quer  mesmo me ajudar
Tudo bem, troquei de amizade
E a lua fui procurar
Nas madrugadas das insônias
Depois de dormir e com você sonhar!
Mas a noite é tão escura, sozinha e fria
Bom combina  com tudo o que ando sentindo
Saudades de você,  desejo te tocar
Conseguir ver seu rosto ao menos em pensamentos
Será que existiram mesmos aqueles momentos
Será que você é fruto do desejo de amar?
Num sei, não..., o que quero mesmo é te encontrar...
Deixei na areia da praia a minha declaração de amor
Á fada da noite eu contei meus segredos e falei da minha paixão
Se você é amiga do sol ou da lua, curte o frio ou adora o calor
Vai descobrir nas palavras que te mandei que só você é dona desse coração!
Não demore...

O céu envelheceu

O céu envelheceu
O brilho de uma estrela se ofuscou
O sonho que se afasta fez esquecer
Os sons da felicidade que se perdeu
O tom acinzentado dos seus olhos também se foram
Um amor esquecido que ficou enterrado
Como se fosse sementes que não podem ser germinados
A alma de um coração amargo que não conhece o futuro
Aprendeu olhar para traz e sentir-se apaixonado
O destino oferece uma segunda opção
O céu se escurece não é negro e não é celeste
Um tom envelhecido, um sentimento que estremece
O segredo que se esconde no solitário coração
Cala a alma, seca a garganta
Rouba as palavras,caleja os sentimentos
Ofusca os olhos, rouba a visão
O céu emvelheceu
As estações do ano não são mais as mesmas
A primavera já não oferece as rosas
Os campos floridos não tem mais cores
No inverno o sol é escaldante,
No verão as praças estão desertas
Nem o luar consegue inspirar os namorados e os amantes
O cenário sugere guerra
Batalha travada pelo sentimento perdido
A busca da felicidade e do amor que na perda   tinha se ferido
Eu vi de longe um corpo caído bem no pé daquela serra
O céu está acinzentado
Mas teus olhos cinzas azulados se perderam
Nunca mais os vi,  

Memórias de um adolescente

Na vida se nasce, cresce vive e se morre...
Poderia ser simples se esta vida não fosse uma história...
...Se essa história num tivesse capítulos.
Se estes capítulos num fosse memórias
Se essas memórias num se tornasse o meu livro!
Seria simples se fosse um simples resumo
Se pudesse usar tintas e mesmo uma pena
Seria um tom a mais de romantismo
Seria a vida praticando a insistência
De esconder no meio de suas cenas
O viver de uma vida doida
A dureza de algumas experiências...
A escrita deliberada dos momentos felizes
Em contrapartida da vida cheia de inocência...
Seria simples se pudesse armazenar a felicidade na memória
Deixar para trás pedras, espinhos o vendaval
Esquecer que nas entrelinhas existe a alma que chora...
A falta do perfume das flores
A saudade da vida que deixa o coração tão mal...
O dia  que chove  transforma o céu  em tons cinzas
E os campos floridos perdem as cores...
Na vida se nasce, cresce vive e se amanhece...
Pra esperança do dia que se renova...
Escrever o novo capítulo com tudo que de novo acontece
Como se fosse acontecer coisas novas...
Na vida a gente  nasce, se torna criança
Aprende um pouco de tudo aprende a sonhar
Começa a viver no mundo da esperança
E pra vida vem a oportunidade de se preparar...
Um sonho de vida... ums busca... um caminho
As brincadeiras da idade, a busca do ideal
Anos vem e vão na vivencia do menino
Que se encontra com o sim, mas conhece muitos não...
Os nãos da vida fazem parte do ensino...
Tão presente na vida e no coração.
Ajudam a entender que cada destino
É um caminho que se forma por cada decisão.
Na vida a gente nasce, se torna menino e adolesce...
Na adolescencia o amor ainda é a visão da inocência...
Dos castelos..., fadas e onde tudo se pode tudo acontece...
Onde vivemos o herói e vivemos os mitos
Onde o mundo se rende a nos
Onde tudo dentro de nos e tudo ao nosso redor é bonito
É na adolecencia que se conheci o primeiro amor
Entreguei ao coração jurei ser eternamente apaixonado
Conheci a saudade, a despedida e me encontrei com a dor...
Num inesperado cenário sheiksperiano   o coração ficou machucado
Mas a força da vida se faz presente nesses anos
A rebeldia, o ser incorformado com tudo é uma arma poderosa
Nem que for pra quebrar a cara é hora de seguir em frente
Num aceito opinião sou firme e forte como uma rocha...
Na vida se nasce, cresce, adolesce e se torna jovem...
Se tem objetivos, luta  vira  um empreendedor
Vence na vida, se torna insatisfeito quer a felicidade
O coração amadurece e busca o verdadeiro amor...
Encontra-se com os sonhos e o sonhos viram realidade
A realidade num deixa de trazer sucesso mas trás a sensação da dor
A perda vem de mansinho e reaparece
E mostra quem é o vencedor...
Aiaiai... mas o que fazer se passei dos trinta e 11 anos...
Se os sonho e pesadelos são parte da mesma historia
Repensar o destino não fazia parte dos planos
Mas sobreviver é o extinto de uma alma teimosa....
É hora  de refazer o processo
Na vida se nasce, é criança, adolescente,  jovem, adulto...
Depois dos quarenta precisa reinventar
Sou um menino, sou adolescente...
Sou preparado pra amar...
Se errei encontro a força  pra tudo recomeçar...
Perdi o medo, sou inconformado
Sou robusto, sou desejado
Num vejo motivo pra não sonhar
Nun tenho medo de viver
De lutar e de correr...
Ser a um adolescente comparado...
Na vida se nasce, cresce e morre
Já fui criança, adolescente, jovem adulto...
Novamente adolescente e um dia viro criança
num tenho pressa uma criança é cheia de esperança
e de pequeno se aprende que ela é a última que morre...
Na vida se nasce, cresce vive e se morre...
Poderia ser simples se esta vida não fosse uma história...
...Se essa história num tivesse capítulos.
Se estes capítulos num fosse memórias
Se essas memórias num se tornasse o meu livro!

É Preciso andar

É Preciso andar
É preciso ser forte pra caminhar.
Talvez seja possível andar mais rápido
Podendo parar um pouco pra descansar!
Bom seria não precisar parar...
Quem para perde tempo e fica para traz.
Embora quem não tem tempo pra pensar
Pode se ocupar em caminhar
E na pressa o caminho errar!
Quem é mais ágil o  que corre e para
Ou o que anda  mas nunca para,
Mesmo devagar prossegui a sua caminhada;
Eu  apostaria nos dois pra não perder.
Ganharia a aposta indiferente de quem  vencer...
Mas quem tem que  preocupar-se com minha corrida sou eu;
Se ficar parado ou não o problema é meu...,
Do amigo, do vizinho, da menina, do pai dela, do seu  Orfeu!
Mas por que o mundo não cuida do que é seu?
Por que os mundos ai fora tem que se preocupar comigo?
Já caminho sozinho só pra não chamar alguém de amigo...,
Pra não ver ninguém chorando junto no meu caminho;
Pra  dizer a verdade talvez pra não ter que ver lagrimas sendo derramadas
Dos meus olhos e pra não ter que ouvir aquelas mesmas  histórias...
Elas fazem a  gente parar pra ouvir  e se vai o tempo
Passam-se os minutos as horas o dia  e vem a depressão
Se você se dispor a ajudar talvez encontre a solidão...,
É simples entender o fato
Seu amigo sarou, está bem, já foi consolado
Você ainda triste com o que ele passou
Nem percebe que ele tão animado que ficou, 
Esqueceu para trás quem o ajudou...,
Tudo bem meu querido...,
Você confie em você MESMO como leal amigo
E  compreenda que   não é o ultimo e nem foi o primeiro
Esquecido para trás um dia inteiro,
Um mês, uma vida, e talvez nunca foi é lembrado
Tudo bem,  muito decepcionado?
Esqueça, muito tempo foi perdido
Pega firme na caminhada, visualize o seu caminho;
Na realidade,  é melhor dar uma paradinha pra refletir
Tire esse fim de semana,  depois de descansar poderá prosseguir.

Menina Bonita


Menina bonita
Olhos tão meigos, Olhos sofridos
Olhos molhados, vermelhos de chorar
Não consegues imaginar
O por que de tanto sofrimento
Noites frias.
Noites gemendo.
Noites de fome.
Noites de dor.
Noite de páscoa.
Noite de natal.
Dor de doença.
Dor da vida.
Dor de saudades.
Tanto sofrimentos para uma menina.
Vivendo na rua, ainda és uma criança.
Sentada no chão naquela esquina,
Uma mãe cega, algumas moedas que lhe traz esperança
“De fome hoje não vou chorar!”
No fim do dia, “Vou ajudar mamãe a caminhar.”
O viaduto não é bem uma casa, “Mas juntinho dela se torna meu lar.”
Menina bonita.
Olhos tão meigos, olhos tão sofrido
Começaste a viver agora.
Uma sorte difícil a vida lhe reservou,
Tanto sofrimento desde que ao mundo chegou
É uma grande metrôpolis a que vives.
Ninguém se importa com seu sofrimento,
Mas é por que estão  atarefados demais.
“A prosperidade esta ai, temos que correr atrás!”
A época é a do consumismo e grande são as oportunidades e as necessidades.
O ser humano precisa se satisfazer,
Ah! Menina bonita, não sobra tempo deles para você,
Fala baixo, mas os que jogam as moedas,
Não fazem pela bondade delas.
Estão aproveitando a oportunidade
Elas investem em vocês agora,
Pensando em receber de Deus na eternidade.
Isso acontece não pelo fato que o homem e um ser mal.
O que  nos fária pensar assim?
Seria o fato de ver o homem gastar milhares em armas de guerras para matar?
Talvez o desejo de conquisar o universo com viajens espacias
Enquanto aqui nós vemos a fome ainda dominar.
Ah! Menina bonita.
Isso não é o que preocupa seu pequeno coração.
Já se vai o dia e mais uma vez segura a mamãe pela mão,
Guiando-a com cuidado até o lugar que chamas de lar.
É hora de dormir  e agora você começa a sonhar,
“Que linda boneca aquela da vitrine que sempre gostei de olhar”.
´”E minha melhor amiga, conto para ela os meus segredos
Ela me disse que vai me ajudar a mudar de vida”.
Amanhã querida, ela não vai estar mais lá.
Aquela menina que parecia uma princesa,
Aquela mesma que desceu de um carrão e entrou na loja,
Voltou para a boneca levar.
Ah! Menina bonita.
Não foi fácil te ver nesta manhão
Quando chegaste com mamãe e correste na vitrine
Para sua amiga cumprimentar.
Olhos tão meigos, olhos sofridos.
Olhos molhados, vermelhos de tanto chorar
Por não encontrar a amiga.
Eu juro, desacreditei  em toda Justiça
Como pode um ser pequenino, um coração inocente
Ver tudo o que acredita se perder.
Que diferença havia entre estas dua meninas
A princesa e a menina da rua,
Uma bem vestida e outra suja e quase nua?
Se não nas oportunidade que ambas tiveram
A desigualdade social se torna a guerra mais severa.
Estabelece  uma divisória trazendo a exclusão.
Excluindo da felicidade e do bem estar uma grande multidão.
Ah! Menina bonita.
Depois de desacreditar no sistema que conhecemos,
Me surpreendi com o inesperado.
A princesa   voltou com sua mãe no seu carro,
Desceu e foi em direção da menina bonita e da mãe cega.
Encontrou a menina ainda com os olhos vermelhos de choro.
E lhes contou a mãe da princesa, que sua filha perdeu a noite de sono,
Queria presentear a boneca para a menina da rua.
 Tinha percebido a grande amizade entre a menina bonita e a boneca.
A vendedora da loja com a intenção de mostrar como era a boneca especial
Contou a a experiencia da menina que conversava com a boneca desde o natal,
Acreditando que essa amizade nunca teria fim.

O mar é tão belo

O mar é tão belo
De onde vem tuas ondas?
Qual teu segredo, me conta os teus mistérios.
Eu te vi surgir bem ali, a distância de dois tiros de pedras,
Mas eu sei que viajastes  delonge para aqui chegar.
Escolhestes uma linda  praia,
Chegando aqui quebraste na areia
Com este gesto pareces cansada, deseja nela descansar?
Tu és tão viajada.
Abraçado às correntes marinhas percorrestes distâncias
Conta-me o que viste desde sua infância.
O que tens para me ensinar?
Quais os segredos que descobristes do profundo mar.
Seria espantoso ir além do que os olhos podem ver
Mergulhar no infinito da imaginação
Descobrir ou redescobrir  uma nova maneira de viver.
Fazer da vivência uma grande sensação
Encontrar desafios, com a vida estar sempre pronto para aprender.
Saber cair, chorar, rir e se levantar
Não desistir e sim erguer a cabeça.
Pegar a onda certa, saber se equilibrar
Ter força nas pernas
Ter vontade de caminhar.
A vida não se mostra tão bela
Quando nascemos tomamos nossa embarcação
Em mar aberto eu e meu barco a vela,
Dependento da sorte e do vento,  é forte emoção.
O mar é tão belo!
Me apaixonei pelas suas ondas
O barulho gostoso de seu encontro com as rochas
O respingo  de suas águas depois de tão grande choque
O refrigéro de uma brisa suave ao cair da tarde.
O banho refrescante sob a luz do luar!
Diante de tamanha imensidão
Se esconde segredos que nem sempre se pode desvendar.
Oh! Impetuosa onda, as vezes tu se mostra tão arredia.
Tanta violência, Tamanha furia, o que queres destruir?
Nesta revolta  se manifesta beleza que arrepia.
Se percebe que até o mar joga para fora seus sentimentos mais profundos
Poucos vão compreender, depois de uma noite de tormenta pode chegar a paz
A realidade se transforma, o cenário apresenta a cena de um novo mundo
Destruição é passado, tudo se fez novo, o choro ficou para traz,
Tudo o que é bom dura pouco! Alguém afirmou.
O certo que as escondidas, um novo sentimento poderá estar se formando.
O barco que veleja será furtado na surpresa, “A tempestade chegou!”
O resultado que se vê, quase sempre é fruto  de uma obscura situação
Seja o belo ou o desafortunio, é resultado de   uma fração que se transformou
O naufrágio as vezes é benvindo, mesmo trazendo a decepção
As vezes nos projeta para uma praia, nos deixa sem força  e   desorientado
Sem  saber como agir, derrepente olhando para a imensidão do mar ficamos apaixonado.
Os desafios de recomeçar, de vencer, de navegar o desconhecido, nos revela uma grande e nova paixão.
O mar é tão belo...