quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Acordei com vontade de viver
Não a vida que sempre sonhei...
Nem os intantes vivido nas paginas daquele jornal que eu nunca li
Pra que eu  faria isso, ler sem gosto da leitura
Se tudo o que quero se tudo que meus olhos procura
E reconhecer onde é o começo ou fim da primavera
É poder criar com recorte de jornal um molde da flor pra colocar numa janela
Mas que janela com flor nada, a cortina ja se rasgou...
Era de cetim na cor  rosa púrpura
Numa fissura que a alma nunca desejaria ter ouvido o coração
Assim ele se tornou uma eterna falta de ternura
Que entre lascas, argumentos, cinza..., tudo parece contra-mão
No escuro vou devagar ao encontroeu vou frairz

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