terça-feira, 24 de setembro de 2013

Não sou amado

Em um momento as lembranças persegue algo que vale a pena lembrar.
Penso no futuro, minha alma me leva ao passado
Uma brincadeira, uma insistência com  o prazer de me machucar
Fico preso por instante ao que deseja  o coração  maltratado
Leva meus pensamentos a viver a perca um tipo de dor
Um caminho, uma trilha entre uma relva
Um cheiro de vida, de morte, sol que escalda com seu calor
Ao mesmo tempo a pele consegue a sensação de viver o inverno
A flagrância do campo num primavera onde as flores estão secas
Eu volto para os dias que viram, mas  sede me aconchega
Numa forma que meu suor corre para dentro dos meus labios
Amargura da alma, dor da solidão
Medo que veio la do escuro, onde tudo foi marcado pelo erro
Onde fantasias, sonhos, realidades se mistura com um tipo de desespero
Só pra amargurar o meu recalcado coração
Só em meio a um munco cheio de pessoas
Medo onde o socorro e a proteção esta do meu lado
Desespero de caminhar só ao lado de quem me estende com insistência a sua mão
Por que choro se as lagrimas não caem na calçada?
Por que a procura pelo que realizar se não entendo o por que do medo
Se o Medo é simplismente a procura da força que nunca esta presente
Se o presente e a força insiste em me abandonar?
Se gosto de me sentir com medo
Se aprendi que minha sina é chorar?
Vem os dias futuros, preciso muito de estar com você
O que seria de mim sem você para viver o passado
O que tenho senão é o meu medo...
Se não é o gosto de sentir que não sou amado

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